No âmbito do estudo do Cérebro, resolvi pesquisar sobre uma doença degenerativa, o Alzheimer.
O Alzheimer é uma doença degenerativa atualmente sem cura, embora existam tratamentos que permitem melhorar a saúde, retardando a perda cognitiva, de forma a controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao doente. Foi referida, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal causa de demência em pessoas com mais de 60 anos, sendo cerca de duas vezes mais comum que a demência vascular, sendo que em 15% dos casos ocorrem simultaneamente.A doença atinge inicialmente a parte do cérebro que controla a línguagem, a memória e o raciocínio, entre outros sintomas que podem aparecer. “Esquecimentos persistentes de fatos recentes, recados, compromissos, dificuldades com planejamento de atividades, cálculos, controle das finanças, desorientação no tempo e no espaço, dificuldade de executar tarefas rotineiras e alterações de comportamento (como comportamentos inesperados, inadequados, incomuns para aquela pessoa) são os primeiros sinais da doença de alzheimer”, explica o psiquiatra Cássio Bottino, professor do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e diretor científico da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).
O artigo que se segue refere-se ao facto de se aprendermos uma nova língua podemos combater o Alzheimer, pois o facto de trabalharmos o cérebro ao falarmos mais de uma língua, faz com que o Alzheimer seje retardado em quatro anos. "O exercicio mental necessário para manter as línguas separadas pode criar uma "vigilância reforçada conceptual", que traz beneficios ao longo da vida", disse Werker. No artigo encontra-se mais informação pertinente acerca deste facto.
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